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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Veja o status da sua conexão da internet pela barra de tarefas do Windows

Certamente você já deve ter se perguntado em algum momento o quanto o computador estava utilizando de download ou upload na sua banda de internet. Esta é uma dúvida simples, mas que responde várias outras questões quando, por exemplo, nossa conexão parece não estar ‘aguentando’.
O Net Speed Monitor é um programa simples que existe exatamente para esta dúvida: ele monitora e exibe, direto na barra de tarefas, a velocidade instantânea de download e upload em uso por todos os programas. Simples, e mais do que eficiente.
Para utilizar, comece baixando o programa aqui – se a versão de seu Windows 7 é de 64 bits, baixe este aqui. Uma vez no seu computador e instalado – abra o arquivo e instale normalmente seguindo os passos (e aceitando, obviamente, os termos de uso) -, dê um clique direito em um lugar vazio na barra de tarefas do Windows. No menu suspenso que se abrir, vá em Barra de ferramentas e marque a opção NetSpeedMonitor.
Contador-em-funcionamento
Uma pequena janela será exibida pedindo algumas informações. Por padrão, não é necessário alterar nada, sequer o idioma uma vez que não há Português na lista. O contador, neste exato momento, irá surgir e começar a funcionar. Basta posicionar conforme seu gosto e pronto, ele estará lá lhe mostrando a utilização nos momentos de dúvidas.
Se você é um usuário do Windows XP ou Vista, o programa não apresenta, infelizmente, compatibilidade total. Não testamos, mas se você quiser baixar e instalar há chances de funcionar. Este é, inclusive, o único ponto fraco que encontramos.
Janela-de-opcoes
Parece pouco? O programa ainda apresenta mais recursos. Um clique direito em cima do contador te dá acesso à mais informações, incluíndo quais programas mais estão utilizando sua conexão e um relatório diário do consumo total. Opções de personalização também existem aos montes, como unidades de medida, legenda e notificações quando a velocidade ultrapassar um certo valor por mais de um tempo determinado.

Fonte: Technow

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Anatel multa usuário por compartilhar rede Wi-Fi com "amigos"

wifi
Um morador de Teresina (PI) que compartilhava sua conexão de internet com três vizinhos por uma rede Wi-Fi (sem fio) foi multado em R$ 3 mil pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Em setembro de 2010, a agência detectou o uso da internet por diferentes usuários em mais de uma residência, foi até o local, apreendeu equipamentos que garantiam a conexão e enviaram uma multa, em novembro, no valor de de R$ 3 mil a ser paga em até 15 dias.
O morador teve de prestar depoimento à Polícia Federal, sob a acusação de que ele estava indevidamente funcionando como um prestador de serviços de telecomunicação sem autorização da agência.
O advogado do acusado alega que não se trata de uma atividade comercial e que os três vizinhos são amigos do assinante da rede e dividiam o valor de R$ 180 da mensalidade entre eles. “Eles foram autuados por multa administrativa com um boleto impresso já e deram prazo de 10 dias para ofertar uma defesa e aí vai ter uma decisão judicial”, explicou ao Link Lucas Vilar, um dos advogados responsáveis pela defesa. Por meio do advogado, o morador se recusou a falar com a reportagem.
A Anatel afirmou em nota à reportagem que o usuário operava em “caráter comercial sem a devida outorga” e que havia apreendido apenas um “equipamento rádio-transmissor operando na faixa de 2,4 GHz e uma antena omni-direcional”, e negou ter apreendido computador, modem e roteador, como mencionado pelo portal piauiense 180 Graus, que noticiou o caso.  Ainda segundo a nota, fiscais da Anatel teriam detectado “diversos usuários conectados ao provedor, inclusive de residências mais distantes”, o que foi considerado elemento de prova para “constatar a exploração comercial do serviço sem autorização”. Disse que ainda que não haveria punição ou cobrança da penalidade sem a defesa do acusado.
Legislação
Guilherme Ieno Costa, um advogado especializado em telecomunicações, explicou que é permitido ter redes wireless entre diferentes residências, sem caráter comercial, desde que o usuário tenha licença de “Serviço de Rede Privado”, ao custo de R$ 400, e não à comercial de R$ 9 mil e de maior abrangência, conhecida como SCM (Serviço de Comunicação Multimídia).
É contra a lei que o raio de uma conexão wireless ultrapasse o estabelecimento que contratou o serviço. Segundo Costa, os casos têm de ser analisados individualmente mas geralmente, se não há relação comercial, não há problemas legais. “O máximo que a Anatel poderia fazer era pedir a regularização do usuário, solicitando uma licença de rede privada”, diz.
“Apesar de parecer um absurdo, a Anatel precisa evitar que se proliferem o uso de frequências indistintamente, sem que haja uma supervisão”, pondera. O advogado especialista explica que o vazamento da conexão pode atrapalhar equipamentos que usem a mesma frequência, indo desde “controles remoto do portões até radiofrequência da ambulância”. A Anatel, segundo ele, precisa conhecer para quem o usuário está oferecendo a sua conexão, mesmo nao explorando comercialmente”, opina.
“A tendência é dar uma interpretação que seja mais favorável para o consumidor, menos restritiva”. Guilherme Ieno Costa, que lida com o tema há 14 anos, diz ser a primeira vez que se depara com um atitude desta pela Agência Nacional de Telecomunicações. “Apreender o equipamento não é comum. Mas sim mandar uma notificação e dar um prazo para o usuário se regularizar”.
Segundo o auto de infração datado de 10/09/2010 (reprodução cedida ao Link), a Anatel concede ao acusado 15 dias para a apresentação de defesa e considera “não aplicável” a consideração de prazo para a “regularização da infração”.
Em que pese as discussões jurídicas, Costa acha que a Anatel está “indo atrás da sardinhas, enquanto as baleias nadam de braçada”. Para ele, “ir atrás de casos assim é um deserviço”, opina.

Fonte: Estadão

PandLabs revela dados alarmantes do Cibercrime

Hackers comercializam dados roubados, armadilhas para roubo de dados, cartões de créditos clonados e até falsos caixas eletrônicos (ATMs)


 
O PandaLabs, laboratório anti-malware da Panda Security, acaba de descobrir uma vasta rede de comercialização de dados bancários roubados e outros tipos de produtos ilícitos. Operada por cibercriminosos, a rede possui mais de 50 lojas online, que só podem ser acessadas após um contato prévio com hackers através de fóruns e chats.
O mercado negro do cibercrime, tradicionalmente centrado na distribuição de dados bancários e de números de cartões de crédito roubados por todo o mundo, diversificou o seu modelo de negócios em 2010, comercializando uma enorme variedade de informação confidencial em que se incluem dados de acesso bancário, como logins, passwords, falsos cartões de crédito e outros tipos de informações.
O fato mais alarmante é que estes dados podem ser adquiridos por apenas 2 dólares por cartão, sem informação adicional e garantia de saldo. Se o comprador desejar garantias da disponibilidade do cartão de crédito ou do saldo da conta bancária, o preço sobe para os 80 dólares para contas com saldos menores, atingindo os 700 dólares para receber os dados de contas com um saldo garantido de 82.000 dólares.
Os preços são superiores se as contas tiverem um histórico de compras online ou de utilização de plataformas de pagamento como o PayPal. Por uma simples conta sem saldo garantido, os valores variam entre 10 e 1.500 dólares, dependendo da plataforma e da garantia de disponibilidade de fundos. Outras ofertas destes cibercriminosos passam pela clonagem de cartões (a partir de 180 dólares), máquinas para clonagem de cartões (200 a 1.000 dólares), e até caixas eletrônicos falsos (a partir de 3.500 dólares, dependendo do modelo).
Existem também serviços adicionais de lavagem de dinheiro, disponíveis em troca de comissões entre 10% e 40% da operação. Se os compradores desejarem utilizar os dados roubados para realizar compras online, mas tiverem receio de serem identificados pelo endereço de entrega, os cibercriminosos realizam a compra e reencaminham os produtos em troca de uma taxa que varia de 30 a 300 dólares (dependendo do produto).
Outra oferta que impressiona é o desenvolvimento de lojas online falsas, para obter dados bancários e dinheiro dos usuários através de técnicas de rogueware (software falso). Para este tipo de criação há equipes disponíveis para desenvolver e implantar estes sites, além de otimizar a sua colocação nos principais motores de busca da Internet. Nestes casos, os preços variam de acordo com o tipo e a dimensão do projeto.
O aluguel de botnets para envio de spam (através de usuários infectados por um bot) varia conforme o número de computadores infectados, da freqüência dos envios e do período de locação, e custa entre US$ 15 e US$ 20, em um servidor SMTP ou em uma VPN que garante o anonimato.
De acordo com Eduardo D`Antona, diretor corporativo e de TI da Panda Security Brasil, embora estes estratagemas criminosos sejam uma ameaça real aos usários, bancos e empresas de comércio eletrônico, há muitos casos em que a vítima é o próprio internauta mal-intencionado que se dispõe a negociar com os sites sujos. “O primeiro alvo do crime são os dados pessoais e senhas de sua própria clientela”, assinala o executivo.
Já para Ricardo Bachert, diretor de consumo da Panda, o combate a este tipo de crime inicia-se exatamente pela varredura dos clientes, cujo mapeamento é mais fácil que o de profissionais do crime. “A bandidagem cirbernética dispõe de recursos técnicos muito mais avançados para se manter anônima do que o indivíduo seduzido pelas supostas vantagens oferecidas nesses sites”, explica ele.
Veja abaixo uma tabela com os principais produtos disponíveis e os respectivos preços:




Grandes Negócios

Assim como em qualquer outro tipo de negócio, o mercado negro conta com todos os ingredientes mercadológicos, como concorrência e lei da oferta e da demanda, para garantir competitividade.
Muitos vendedores oferecem acessos gratuitos a dados bancários ou números de cartões de crédito roubados para avaliações, para garantias de devolução em caso de insatisfação e transferências gratuitas.
No entanto, por se tratar do mercado negro, existem áreas claramente diferentes dos negócios tradicionais. O anonimato é uma prioridade, muitos vendedores utilizam fóruns clandestinos para se manterem escondidos. Com isso, a internet se tornou o escritório de criminosos, que em muitas vezes chegam até a informar o “horário de trabalho”. Outros são menos cautelosos e possuem contas no Facebook e Twitter para fazer uma primeira abordagem comercial. Para garantir o anonimato, o contato é sempre realizado por mensagens instantâneas ou por contas de e-mail gratuitas e genéricas.
Após o primeiro contato, a transação pode ser executada diretamente com o criminoso ou através de um website pré-definido, utilizando um username e password específicos, como em uma loja online legítima, permitindo aos compradores navegarem e escolherem as suas compras. O pagamento é sempre antecipado, utilizando serviços como a Western Union, Liberty Reserve e WebMoney.

Fonte: Techlider 

 PDF (em espanhol) sobre o assunto aqui

sábado, 15 de agosto de 2009

VirusTotal - Serviço que analisa arquivos suspeitos online

Recebeu um arquivo suspeito e seu antívirus nada acusou ou ao contrário um arquivo que tem certeza quase que absoluta que não é vírus ou trojan foi detectado como tal pelo seu antívirus ? Tire a prova escaneando o arquivo com mais de 40 (QUARENTA!!!) ferramentas antívirus. Como ? Instalando um por um e testando ? Não com o



VirusTotal é um serviço gratuito que de forma online analisa arquivos suspeitos e proporciona uma rápida detecção de vírus, worms, cavalos de tróia, e todos os tipos de arquivos maliciosos detectados por vários mecanismos de antivírus.

Características:

•Serviço independente e gratuito
•Uso de múltiplos mecanismos de antivírus
•Atualizações de assinaturas de antivírus em tempo real
•Resultados detalhados de cada mecanismo
•Estatísticas globais em tempo real

VirusTotal foi reconhecido pela edição americana da PC World Magazine, como um dos 100 melhores produtos de 2007 na categoria Security Web Site.
É um serviço desenvolvido por Hispasec Sistemas, um laboratório independente de segurança em Tecnologia da Informação, que utiliza versões em linha de comando de vários antivírus, atualizados regularmente com assinaturas oficiais publicadas por seus respectivos desenvolvedores.

Essa é uma lista das companhias que fazem parte do VirusTotal com seus respectivos mecanismos de antivírus.

•AhnLab (V3)
•Antiy Labs (Antiy-AVL)
•Aladdin (eSafe)
•ALWIL (Avast! Antivirus)
•Authentium (Command Antivirus)
•AVG Technologies (AVG)
•Avira (AntiVir)
•Cat Computer Services (Quick Heal)
•ClamAV (ClamAV)
•Comodo (Comodo)
•CA Inc. (Vet)
•Doctor Web, Ltd. (DrWeb)
•Emsi Software GmbH (a-squared)
•Eset Software (ESET NOD32)
•Fortinet (Fortinet)
•FRISK Software (F-Prot)
•F-Secure (F-Secure)
•G DATA Software (GData)
•Hacksoft (The Hacker)
•Hauri (ViRobot)
•Ikarus Software (Ikarus)
•INCA Internet (nProtect)
•K7 Computing (K7AntiVirus)
•Kaspersky Lab (AVP)
•McAfee (VirusScan)
•Microsoft (Malware Protection)
•Norman (Norman Antivirus)
•Panda Security (Panda Platinum)
•PC Tools (PCTools)
•Prevx (Prevx1)
•Rising Antivirus (Rising)
•Secure Computing (SecureWeb)
•BitDefender GmbH (BitDefender)
•Sophos (SAV)
•Sunbelt Software (Antivirus)
•Symantec (Norton Antivirus)
•VirusBlokAda (VBA32)
•Trend Micro (TrendMicro)
•VirusBuster (VirusBuster)

Tools
•PEiD (PEiD)
•pefile (pefile)
•TrID (Marco Pontello)
•PDFiD (Didier Stevens

Acesse aqui e envie o arquivo suspeito para análise:

http://www.virustotal.com

Lembre-se que: VirusTotal não substitui qualquer antivírus instalado em seu computador, já que apenas arquivos submetidos são analisados. Também não oferece proteção permanente ao usuário.
Apesar da taxa de detecção proporcionada pelo uso de múltiplos mecanismos de antivírus ser muito superior àquela oferecida por um único produto, os resultados NÃO garantem a possibilidade de um arquivo ser inofensivo.
Atualmente, não há NENHUMA solução que ofereça 100% de eficiência na detecção de vírus e arquivos maliciosos. Você pode ser vítima de propaganda enganosa se comprar um produto com tais promessas.

domingo, 12 de julho de 2009

Dica: Localização através do número do IP




O site Geotool fornece uma ferramenta bem interessante. Localizar parte do endereço geográfico de uma máquina qualquer que plugada na internet esteja sendo usada para fins ilícitos ou para enviar spam, vírus, trojans ou simplesmente chatear alguém através de mensagens. De posse do IP do usuário que pode ser obtido facilmente (a menos que este usuário esteja utilizando algumas técnicas) basta informar este IP no site e lhe será retornado informações úteis a respeito do usuário como localização geográfica, provedor, etc..
De posse dessas informações é só procurar os órgãos competentes para que sejam tomadas as medidas legais.

Confira aqui: http://geotool.servehttp.com/

sábado, 11 de julho de 2009

Quatro Cantos - Lendas e Folclore da Internet


Sabe aquela notícia bombástica de vírus, ofertas, adoções, sequestros
socorro, teorias da conspiração, crianças desaparecidas, etc, que vive
chegando em seu e-mail através de amigos que não tem o costume de
verificar a veracidade das informações e geralmente de boa fé ao repassar
tais e-mails ajudam ainda mais a disseminar as chamadas "Pulhas
virtuais" ou seja boatos, lendas, correntes falsos vírus e meias verdades.

Em resumo:

SPAM da pior qualidade seja recebido através de mensagens simples ou
mensagens com anexos geralmente do Powerpoint (.pps e .ppt).

O site Quatro Cantos é um bom lugar para se passar para verificar a
veracidade da informação antes de repassar para terceiros.

Não deixe de conferir as notícias que anda repassando :



Para entender melhor confira abaixo esse exemplo recente acerca da morte
do cantor Michael Jackson:




quarta-feira, 8 de julho de 2009

Bitmeter II



Sua operadora e/ou provedor de acesso a Internet usa o sistema de franquia ? Você não sabe se realmente o que lhe estão atribuindo de consumo está correto ou não? Tem dúvidas também se a velocidade contratada é realmente o que está sendo disponibilizada pela operadora para você ?


O BitMeter II é um software que lhe permite controlar visualmente a sua ligação à Internet por meio da exibição gráfica em tempo real que mostra a seu consumo total, só do upload ou só de download, além das velocidades de upload e download atuais e médias de velocidade.



BitMeter é freeware - ou seja um programa grátis, sem custo, sem períodos de experimentação, sem um limite de tempo de uso. Além de tudo isso não transporta nenhum spyware ou adware.

As cores diferentes no gráfico representam as velocidades de upload e download, o visor atualiza a cada segundo, e as velocidades atuais são também apresentados numericamente na parte inferior da janela.
Se você quiser ver o histórico da conexão que você pode usar a janela de estatísticas para ver o que ocorreu ao longo das últimas horas, dias ou semanas.

Eu uso e recomendo.

Faça aqui o download: http://codebox.org.uk/download?file=bitmeter2